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Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/24599
Tipo do documento: Dissertação
Título: What is it possible for us to do? The tessitura of action in the late Heidegger
Título(s) alternativo(s): O que nos é possível fazer? A tessitura da ação no Heidegger tardio
Autor: Andrade, Renzo Mascote de 
Primeiro orientador: Casa Nova, Marco Antonio dos Santos
Primeiro membro da banca: Schnell, Alexander
Segundo membro da banca: Barroso, Gabriel Lago de Sousa
Terceiro membro da banca: Guimarães, Deborah Moreira
Resumo: This dissertation investigates the tessitura of action in the thought of Martin Heidegger, drawing from his later writings. The term “tessitura”, commonly used in musical theory to address the average range that defines music through the arrangement of notes, is employed here. The guiding question that confronts us with such philosophy and names this work, “What is it possible for us to do?”, thus concentrates on the metaethical problem of the limits and possibilities of action according to the post-Kehre Heidegger, that is, after the philosophical turn of the 1930s. Two excerpts originate this inquiry: the final paragraph of the 1945 lecture Die Armut, where Heidegger states that not even the world wars can historically decide destinies; and Heidegger’s statement to the Der Spiegel newspaper that neither philosophy nor simple human desires can bring about immediate changing to the current state of the world, leading to the motto that gives the 1966 interview its title: “only a god can still save us now.” The task, therefore, is to reason about the meaning of these positions held by the German philosopher, in order to answer the question that guide us, delving deeper into the “age of technology.” Our objective is to demonstrate how Martin Heidegger, as an anti-subjectivist thinker, rejects anthropocentrism and distances himself from the modern conception that history is merely a product of Man, the “rational animal.” To this end, in the first chapter of the work, we present the radicality of the idea of responsibility that arises in Heidegger’s Sein und Zeit. The second chapter focuses on the reformulation of the problem of history in Heidegger’s thought, conceiving it as destiny. The concept of Ereignis is essential here for understanding what it means to be “bound” to the history of being, where technology and impoverishment set the tone for the era, as binding measures. The concept of Gestell take centre stage. Lastly, in the third chapter, we question the theoretical receptions that frame Heidegger as a thinker of “closure” or “determinism.”, especially that of Cornelius Castoriadis.
Abstract: Esta dissertação investiga a tessitura do agir no pensamento de Martin Heidegger a partir de seus escritos tardios. Toma-se o termo “tessitura”, utilizado comumente na teoria musical para tratar da extensão média que delimita a música mediante o modo de disposição de notas. A questão diretriz pela qual nos defrontamos com tal filosofia e que nomeia este trabalho, “o que nos é possível fazer?”, concentra, então, o problema metaético dos limites e possibilidades do agir conforme o Heidegger pós-Kehre, isto é, após a viragem filosófica dos anos 1930. Dois excertos originam tal inquirir: o último parágrafo da conferência de 1945 Die Armut, no qual Heidegger afirma que nem mesmo as guerras mundiais conseguem decidir historicamente os destinos; e na colocação heideggeriana ao jornal Der Spiegel segundo a qual nem a filosofia, tampouco os simples anseios humanos, podem provocar alteração imediata ao atual estado do mundo, do que se segue o mote que dá nome à entrevista de 1966: “já só um deus nos pode ainda salvar”. Trata-se, pois, de arrazoar o significado de tais posições do filósofo alemão, para que se responda à questão que nos conduz, aprofundando-nos no que tange à “era da técnica”. Temos por objetivo demonstrar como Martin Heidegger, enquanto pensador antisubjetivista, rechaça o antropocentrismo e afasta a concepção moderna de que a história é simples produto do Homem, “animal racional”. Para tanto, no primeiro capítulo do trabalho, apresentamos a radicalidade da ideia de responsabilidade que se erige em Heidegger na sua obra Sein und Zeit. O segundo capítulo tem por tema a reformulação do problema da História em Heidegger, pensando-a enquanto destino. O conceito de Ereignis é-nos, aqui, imprescindível para que se compreenda o que significa estar “preso” à história do ser, onde técnica e o empobrecimento dão o tom à época, como régua vinculante. O conceito de Gestell toma o protagonismo. Por último, no terceiro capítulo, questionamos as recepções teóricas que enquadram Heidegger enquanto pensador da “clausura” ou “determinista”, especialmente a de Cornelius Castoriadis.
Palavras-chave: Heidegger
Action
Possibility
Responsibility
Determinism
Ação
Possibilidade
Responsabilidade
Determinismo
Área(s) do CNPq: CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Sigla da instituição: UERJ
Departamento: Centro de Ciências Sociais::Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Programa: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Citação: MASCOTE, Renzo. What is it possible for us to do? The tessitura of action in the late Heidegger. 2025. 120 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/24599
Data de defesa: 25-Abr-2025
Aparece nas coleções:Mestrado em Filosofia

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