| Compartilhamento |
|
Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/25037| Tipo do documento: | Dissertação |
| Título: | Duas décadas de luta antirracista no Conselho Federal de Psicologia: campanhas, resoluções e pronunciamentos |
| Título(s) alternativo(s): | Two decades of anti-racism at Psychology Federal Council: campaigns, regulations and statements |
| Autor: | Assis, Conceição Aparecida Alves ![]() |
| Primeiro orientador: | Silva, Martinho Braga Batista e |
| Primeiro membro da banca: | Baptista, Tatiana Wargas de Faria |
| Segundo membro da banca: | Mendonça, André Luís de Oliveira |
| Terceiro membro da banca: | Carneiro, Ueslei Solaterrar da Silva |
| Resumo: | De que forma a Psicologia reage às demandas da luta antirracista? Partindo dessa questão, examinamos documentos, normativas, referências técnicas, vídeos e notas públicas oficiais, além dos temas e peças de seminários e campanhas institucionais do Conselho Federal de Psicologia (CFP), no período de 2002 a 2022. Com o objetivo de identificar como, por quais agentes e em quais circunstâncias o debate racial se transformou em uma pauta do compromisso social do CFP, também foram realizadas quatro entrevistas com psicólogas/o, cujas contribuições foram postas em diálogo com concepções teórico-críticas sobre conceitos evocados ao longo do trabalho, entre eles branquitude, encaixes institucionais e colonialidade. O intervalo de tempo destacado para realização da pesquisa é marcado pelo lançamento da Resolução CFP Nº 18/2002, que dispõe sobre as normas de atuação profissional de psicólogos em relação ao preconceito e à discriminação racial, bem como pela maior campanha já realizada pelo Sistema Conselhos de Psicologia via Comissão de Direitos Humanos do CFP, intitulada “Racismo é coisa da minha cabeça ou da sua?” lançada durante a pandemia de Covid-19, em 2020. Ambas as ações emolduram posicionamentos de destaque do CFP e apontam para a incidência política contundente de movimentos sociais negros nele atuantes, revelando o domínio de agência presente nas mobilizações, especialmente de psicólogas negras. Por ser estrutural e estruturante, o racismo vem sendo compreendido e acionado pelos ativismos negros como espiral fundamental a partir da qual se organiza a constelação de lutas por direitos, inclusive de acesso à saúde. Na Psicologia, como ciência e profissão, esse processo envolve articulação da luta antirracista com outras, tais como a antimanicomial e pela equidade de gênero. |
| Abstract: | How does Psychology react to anti-racist movements? Based on this question, we examined documents, regulations, technical references, videos and official public notes, as well as targets and other elements of institutional seminars and campaigns undertaken between 2002 and 2022 by the Federal Council of Psychology (CFP). To identify how, by which agents, and in what situations the racial debate became an agenda of the CFP's social commitment, four interviews were also conducted with psychologists. Their contributions were articulated with theoretical and critical conceptions evoked throughout the work, including whiteness, “encaixes institucionais”, and coloniality. The timeframe chosen for conducting the research was set by the CFP Resolution No. 18/2002, which establishes the standards for the professional practice of psychologists regarding racial prejudice and discrimination, as well as by the largest campaign ever undertaken by the Psychology Council System and the CFP's Human Rights Commission, entitled “Is racism all in my head or yours?” released during the COVID-19 pandemic in 2020. Both initiatives frame prominent positions of the CFP and point to the intense political influence of Black social movements within it, revealing the dominance of agency present in the mobilizations, especially of Black women psychologists. Because racism is structural and structuring, it has been understood and used by Black activists as a fundamental axis from which the constellation for rights has been claimed. In Psychology, as a science and profession, that process articulates anti-racism with the anti-asylum movement and the ones for gender equality, among others. |
| Palavras-chave: | Racismo - Psicologia Psicólogos Participação Social Determinantes Sociais da Saúde Racismo Sistêmico Equidade em Saúde Acessibilidade aos Serviços de Saúde Negro ou Afro-Americano Psicologia Racismo Colonialidade Movimentos sociais Determinantes sociais de saúde Equidade racial Psychology Racism Coloniality Social movements Social health determinants Racial equity |
| Área(s) do CNPq: | CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Instituição: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro |
| Sigla da instituição: | UERJ |
| Departamento: | Centro Biomédico::Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro |
| Programa: | Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva |
| Citação: | ASSIS, Conceição Aparecida Alves. Duas décadas de luta antirracista no Conselho Federal de Psicologia: campanhas, resoluções e pronunciamentos. 2025. 128 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025. |
| Tipo de acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/25037 |
| Data de defesa: | 17-Set-2025 |
| Aparece nas coleções: | Mestrado em Saúde Coletiva |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Dissertação - Conceição Aparecida Alves Assis - 2025 - Completa.pdf | 1,83 MB | Adobe PDF | Baixar/Abrir Pré-Visualizar | |
| Termo - Conceição Aparecida Alves Assis - 2025.pdf | 314,2 kB | Adobe PDF | Baixar/Abrir Pré-Visualizar Solictar uma cópia | |
| CRN - Conceicao Aparecida Alves Assis - 2025.pdf | 314,63 kB | Adobe PDF | Baixar/Abrir Pré-Visualizar Solictar uma cópia |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.

