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http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/25165| Tipo do documento: | Dissertação |
| Título: | No regime heterocentrado, menino veste azul e menina veste rosa! Investigando vídeos de ‘chás de revelação’ no YouTube em tempos de pandemia |
| Título(s) alternativo(s): | In the heterocentric regime, boys wear blue and girls wear pink! Investigating "gender reveal party" videos on YouTube during the pandemic |
| Autor: | Freitas, Paula Rios de ![]() |
| Primeiro orientador: | Couto Junior, Dilton Ribeiro do |
| Primeiro membro da banca: | Carvalho, Felipe da Silva Ponte de |
| Segundo membro da banca: | Amaro, Ivan |
| Terceiro membro da banca: | Caputo, Stela Guedes |
| Quarto membro da banca: | Brito, Leandro Teófilo de |
| Resumo: | A pesquisa de Mestrado tem como objetivo discutir o atravessamento das normas regulatórias de gênero a partir da análise de vídeos de “chá de revelação” produzidos e postados no YouTube durante o período da pandemia da COVID-19. A escolha da cartografia como método para pesquisar os vídeos de “chá de revelação” no YouTube parte do pressuposto de que estou aberta à novas possibilidades de entrar em contato com o campo, buscando afetar e se deixar afetar pela experiência e o mergulho realizado no contexto das dinâmicas mediadas pelo digital em rede. O percurso cartográfico tra(n)çado possui como particularidade o reconhecimento da importância da afetação, na qual me lança sobre o caráter da imprevisibilidade de uma pesquisa que não apresenta como intenção reproduzir algo ou resolver possíveis dificuldades. Ao escolher esse tema, é necessário entender e (re)significar como a heteronormatividade enquadra e normatiza nossos modos de ser/estar no mundo. Somando-se a isso, entendo que gênero é uma construção cultural, cabendo questionar a forma como as organizações sociais ainda se restringem ao binômio homem/pênis e mulher/vagina. Analisar os “chás de revelação” traz à tona também a necessidade de explorar o conceito de cibercultura, que permite reconhecer as redes sociais como espaços de produção e compartilhamento de memórias, afetos e normatizações. O trabalho de campo apontou para o quanto a religião constitui-se como motriz de propagação do enquadramento dos corpos das crianças em categorias simplórias e restritas que revelam a força do regime heterocentrado. A partir da análise do material publicizado no YouTube, houve a necessidade de tecer reflexões que auxiliem na construção de uma educação antissexista. |
| Abstract: | The Master's research aims to discuss the crossing of gender regulatory norms through the analysis of "gender reveal party" videos produced and posted on YouTube during the COVID-19 pandemic. The choice of cartography as a method to research "gender reveal party" videos on YouTube is based on the assumption that I am open to new possibilities of engaging with the field, seeking to affect and be affected by the experience and immersion in the context of digitally mediated dynamics in a network. The cartographic path traced has as a characteristic the recognition of the importance of affectation, which launches me on the unpredictability of a research that does not intend to reproduce anything or resolve possible difficulties. By choosing this theme, it is necessary to understand and (re)signify how heteronormativity frames and regulates our ways of being/being in the world. In addition, I understand that gender is a cultural construction, and it is necessary to question the way in which social organizations still restrict themselves to the binary man/penis and woman/vagina. Analyzing the "gender reveal parties" also brings to the surface the need to explore the concept of cyberculture, which recognizes social networks as spaces for the production and sharing of memories, affections, and normalizations. Fieldwork pointed to how religion constitutes a driving force for the propagation of the framing of children's bodies in simplistic and restrictive categories that reveal the strength of the heterocentric regime. From the analysis of the material publicized on YouTube, there was a need to reflect on how to build an anti-sexist education. |
| Palavras-chave: | Cyberculture Childhood Heteronormativity Education Cibercultura Infância Heteronormatividade Educação |
| Área(s) do CNPq: | CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Instituição: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro |
| Sigla da instituição: | UERJ |
| Departamento: | Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação da Baixada Fluminense |
| Programa: | Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação |
| Citação: | FREITAS, Paula Rios de. No regime heterocentrado, menino veste azul e menina veste rosa! Investigando vídeos de ‘chás de revelação’ no YouTube em tempos de pandemia. 2023. 73 f. Dissertação (Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação) - Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, 2023. |
| Tipo de acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/25165 |
| Data de defesa: | 28-Mar-2023 |
| Aparece nas coleções: | Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação |
Arquivos associados a este item:
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| Dissertação - Paula Rios de Freitas - 2023 - Completa.pdf | 1,89 MB | Adobe PDF | Baixar/Abrir Pré-Visualizar | |
| CRN - Paula Rios de Freitas.pdf | 279,33 kB | Adobe PDF | Baixar/Abrir Pré-Visualizar Solictar uma cópia | |
| Termo assinado - Paula Rios de Freitas.pdf | 431,83 kB | Adobe PDF | Baixar/Abrir Pré-Visualizar Solictar uma cópia |
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